Sequin (journal keeps on)

For many times I have faced challenging vocabularies, reading the baseball games comments from last night games, watching “Grumpy old men” with Walter Matthau and Jack Lemmon. So idiosyncratic!

(https://www.youtube.com/watch?v=7PK016TI06Y)

Having to describe in engineering language the electric panel of truck assembling plant. There are so many vocabulary realms, not to mention W. Shakespeare’s plays or the Bible. Oaths, euphemism, homo lingo, or a Deep Purple’s piece of lyrics. I guess the list of challenges is just as long as one’s experience with English Language. Lifelong list. If my text sounds like “preposterous” or “pretentious”, I just hope you forgive me. These two words are the opposite of concepts that some professional writers will come across along the experience of working, either in the academic world, or just as a professional into EFL having to meet students’ needs and anxieties. As you have mentioned Huck Finn, by Mr. Twain, I can give a very personal account on it. It is amazing. The story of two boys, one white and one black, defying the domination of an authoritative society. Fantastically update and metaphoric for the 21th century readers under the politically correct censorship. I have to write about my challenges on vocabulary, what about “sequin”. How embarrassing not to know what this tiny thing is.

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Sunday Journal

To keep up a journal is so nice. I got really thankful that someone on this planet proposed me: hey you there! Keep up a journal, kay? I am a journalist. This is the second course I take from Berkeley. The second course by Ms. Sokolik. Last course I produced a term paper, which I love. https://lucianomedina.wordpress.com/2016/02/10/from-the-cave-spot-to-the-snapshot/ On this essay I make a point on the fact that the internet and our toddler digital age has offered not to much of a reliable back up for our pictures. Many kids who now are from 10 to 15 years old simply do not have pictures of there first years of life. The CDs, HDs and some platforms, like the Orkut, have become digital and electronic trash. As we print much less pictures and at a lower quality most likely in some decades the best images of our daily life may remain having been painted in the 16th century (The Arnolfini couple, by Van Eick).

It is Sunday. Sunny one, the sky is completely blue, and one can see the crescent moon. Tiny moon. It’s winter in the southern hemisphere in July. The sun is so low in the horizon that the sky goes bluer. I spent some time in the afternoon sky gazing. How much have you looked deep in the blue sky these days? Was it blue? So I took some pics of what it looks like to gaze at the sky around my neighborhood. You will see there all very urbanized reflections. Urban violence. Connectivity, the flow of energy and signal, sun energy: being wired, fenced and concerned about pollution. The reality of many citizens from so many cities around the world.

When a classroom has 42 thousand classmates I also think about the amazing chance of getting to know what we have in common.  My guess? We have much in common.

Before Goethe sat and wrote he used to walk a bit in the black forest. Among the trees he would organize his ideas; well organized ideas produce well organized texts. My walk is around high walls with fences, energy posts, telephone wires, and scarcely found trees. The landscape of an old deactivated harbor. Some cliché of an arid post-industrial iron with concrete and greyish colored city, contrasting to the bluest sky. The comfort of post-modern urban lives is at the core of what we call civilization. Is it? It looks like very few live on a Caribbean paradise beach city. When someone thinks of Brazil, where I live, what probably comes to one’s mind is a sunny beach filled with tanned slim bodies. Maybe the best representation of power nowadays is being served a perfect mojito on that postcard bay. Have a good Sunday. I hope you enjoy my Sunday journal.  https://lucianomedina.wordpress.com

Text and photography by Luciano Medina Martins

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#IMPRESSO Artigo na Tomorrow de Herton Rico

 

Revista Brazil Tomorrow | páginas 86 e 87

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Juíza dos EUA condenou vândalos adolescentes a lerem livros.

O crime juvenil representa um desafio para os sistemas judiciários em todo o mundo. As punições severas para o comportamento delinquente são a resposta, ou os legisladores e juízes devem se concentrar em políticas mais progressistas para ajudar os jovens a mudar suas vidas? Alejandra Rueda, promotora e procuradora-adjunta da Commonwealth em Loudoun County, Virgínia, claramente acredita na segunda.

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Escola histórica vandalizada por adolescentes. 

Dois anos atrás, Rueda se deparou com o caso de cinco garotos de 16 e 17 anos que admitiram ter pichado grafites racistas – incluindo suásticas – em uma escola histórica do século XIX.

A escola tinha um significado especial porque era a antiga Escola para alunos “de cor” Ashburn, que era frequentada por crianças negras durante a segregação no norte da Virgínia. A comunidade local ficou indignada com o ataque, mas Rueda queria saber mais sobre o porquê dos adolescentes teriam feito isso.

Ninguém estivera em apuros antes e ela percebeu que não apreciava plenamente o significado dos símbolos e da linguagem que haviam usado.

Sentença incomum
Então, ela convenceu a juíza Avelina Jacob a aceitar seu plano baseado em uma lista de 35 livros, incluindo The Color Purple, de Alice Walker, Things Fall Apart, de Chinua Achebe e To Kill a Mockingbird, de Harper Lee. Cada jovem infrator foi ordenado a escolher 12 da lista e escrever um ensaio mensal sobre cada um dos textos escolhidos.

Alguns escritores não se convenceram da eficência da sentença. Falando ao The New York Times, Marilyn Nelson, cujo poema sobre o assassinato de um adolescente negro, A Wreath for Emmett Till, não foi incluído, perguntou: “Será que as crianças castigadas com a leitura de poesia irão ler poesia de novo?”

Os meninos também tiveram que visitar o Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos e a exposição do Museu Nacional de História Americana sobre a reclusão de nipo-americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Eles então completaram um ensaio final sobre o que aprenderam.

Um final feliz
O resultado? Não apenas nenhum dos rapazes reincidiu, mas o sucesso da pioneira sentença com leitura levou outros ofensores a serem tratados da mesma maneira o que levou a uma revisão do sistema de justiça juvenil no condado de Loudoun.

Rueda diz que os ensaios dos adolescentes provaram o quão pouco eles entenderam o significado do que fizeram. Embora alguns membros da comunidade local tenham protestado contra o que consideraram uma punição branda, e disseram que seria improvável que tivesse sido entregue a crianças afro-americanas, Rueda ressalta que três deles eram de minorias étnicas.

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Escola histórica foi revitalizada após vandalismo. 

Um dos jovens concordou em permitir que parte do seu ensaio final fosse publicado. Ele disse: “Eu me sinto especialmente horrível depois de escrever este artigo sobre como eu fiz alguém se sentir mal. Todos devem ser tratados com igualdade, independentemente de raça, religião ou orientação sexual. Eu farei o meu melhor para fazer com que eu nunca seja tão ignorante. ”

Rueda diz que foi inspirada por sua mãe que era bibliotecária e lhe deu os livros de Leon Uris, Mila 18 e Exodus, para ensiná-la sobre o Holocausto, quando ela participava do programa juvenil Model United Nations quando crescia no México.
“Há tantas coisas que aprendi nos livros sobre a guerra e sobre a discriminação”, disse ela à CNN. Ela concluiu que os meninos “precisavam abrir os olhos para as coisas terríveis que as pessoas fizeram em nome do gênero, raça e religião. Livros são a melhor maneira de combater isso.”

Lista completa de títulos sugeridos pela juíza na versão original em Inglês.
1. The Color Purple – Alice Walker
2. Native Son – Richard Wright
3. Exodus – Leon Uris
4. Mila 18 – Leon Uris
5. Trinity – Leon Uris
6. My Name is Asher Lev – Chaim Potok
7. The Chosen – Chaim Potok
8. The Sun Also Rises – Ernest Hemingway
9. Night – Elie Wiesel
10. The Crucible – Arthur Miller
11. The Kite Runner – Khaled Hosseini
12. A Thousand Splendid Suns – Khaled Hosseini
13. Things Fall Apart – Chinua Achebe
14. The Handmaid’s Tale – Margaret Atwood
15. To Kill a Mockingbird – Harper Lee
16. I Know Why The Caged Bird Sings – Maya Angelou
17. The Immortal Life of Henrietta Lacks – Rebecca Skloot
18. Caleb’s Crossing – Geraldine Brooks
19. Tortilla Curtain – TC Boyle
20. The Bluest Eye – Toni Morrison
21. A Hope in the Unseen – Ron Suskind
22. Down These Mean Streets – Piri Thomas
23. Black Boy – Richard Wright
24. The Beautiful Struggle – Ta-Nehisi Coates
25. The Banality of Evil – Hannah Arendt
26. The Underground Railroad – Colson Whitehead
27. Reading Lolita in Tehran – Azar Nafisi
28. The Rape of Nanking – Iris Chang
29. Infidel – Ayaan Hirsi Ali
30. The Orphan Master’s Son – Adam Johnson
31. The Help – Kathryn Stockett
32. Cry the Beloved Country – Alan Paton
33. Too Late the Phalarope – Alan Paton
34. A Dry White Season – Andre Brink
35. Ghost Soldiers – Hampton Sides

Tradução de reportagem da resvistsa do World Economic Fórum. Clique aqui e veja o original.

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Meu certificado na BERKELEY UNIVERSITY

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Source: https://courses.edx.org/certificates/user/9434791/course/course-v1:BerkeleyX+ColWri2.2x+1T2016

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#IMPRESSO Observe como as pessoas te apresentam…

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Jornal do Comércio | Caderno Geração E | quinta-feira, 11 de abril de 2019.

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Porto Alegre: Centro do mundo

Qualquer um que more ou tenha morado em Porto Alegre sabe que seus cidadãos têm plena convicção de que a capital gaúcha é o centro do mundo. Se você ainda não tem certeza disso vá até o centro da cidade com uma câmera de vídeo e faça a pontual pergunta: Porto Alegre é o centro do mundo? Perto de 51% das respostas é de concordância sem questionamentos ou poréns. A minoria de 49%, formada por menos convictos, vão argumentar que se trata da mais bela cidade do mundo por sua extensa e arborizada orla, por que nela acontece o mais lindo por do sol do mundo (no Guaíba, que deságua no maior lago do mundo, a Lagoa dos Patos), que é nela que está a mais bonita rua do mundo (a Gonçalo de Carvalho), por ser em PoA a maior concentração de mulheres bonitas do mundo que ficou evidenciada durante a Copa do Mundo no Brasil, que no Portinho (apelido carinhoso mas desleal a causa) está a miss mundo mais bela de todos os tempos (Yeda Maria Vargas), que no velho Porto dos Casais viveu o mais importante poeta da língua portuguesa (Mário Quintana), que aqui é a melhor universidade federal do mundo todo, a UFRGS, esqueça Harvard e Oxford, não são federais.

A política de PoA também é uma referência mundial, com o modelo de democracia participativa mais avançado do mundo, o Orçamento Participativo. O Fórum Social Mundial não poderia ser em outro lugar senão em Porto Alegre, justamente onde hoje vive a mais poderosa líder feminina da contemporaneidade, Dilma Rousseff (aplausos), e onde está a parlamentar mulher que mais recebeu votos no planeta, Manuela (Hillary, Senadora por New York tem menos fãs).

Aqui foi definido o futuro do mais controverso e honesto estadista de todos os tempos, o ex-presidente que por um erro da natureza não nasceu no seu verdadeiro berço político, Porto Alegre; que também foi cenário do maior crime do mundo, o Crime da Rua do Arvoredo, em que um casal de açougueiros fazia linguiça de suas vítimas.
Se o assunto for futebol, não perca mais tempo com os esquemas táticos europeus. Os mais aguerridos e talentosos times do mundo são Internacional e Grêmio. Nenhum outro contexto do futebol poderia ter gerado o Rei de Roma, o Ronaldinho e o goleiro de nervos de aço, Taffarel, ganhador da copa do mundo. Não preciso lembrar ambos times são campeões mundiais e que os nomes de seus estádios dão conta da grandeza planetária destes times: Gigante do Beira Rio (já foi o maior estádio do mundo e hoje é o mais bonito) e Olímpico, que não é uma referência aqueles jogos meia boca, se refere a morada dos Deuses. Não vou me dedicar a uma longa lista de melhores jogadores por setor, senão este viraria o mais longo texto rápido do mundo.

No que tange a cultura em Porto Alegre todos os anos se ergue do Acampamento Farroupilha a maior coluna de fumaça com origem gastronômica do mundo, vista até mesmo da Estação Espacial Internacional. O que sugere que no Parque Maurício Sirotsky é assado o maior churrasco do mundo, incentivado pelo maior movimento de cultura regional deste planeta, o MTG.

Se você já passou pela capital do Cone Sul e não ouviu estes argumentos então saiba que Porto Alegre é a capital mundial da cerveja artesanal e onde o fica o Pub mais sonoro da terra, o Gravador Pub. Feliz Aniversário de Porto Alegre.
Luciano Medina Martins | jornalista

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O mundo de cabeça para baixo. (Foto: Ivo Gonçalves)

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#IMPRESSO Sua marca quer o mercado

Jornal do Comércio | Página 4 | 14 de março de 2019

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Why did kids shoot in peaceful Brazil?

Understanding Brazilian Elementary School Kids Daily Life

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Always the same routine. Going hungry for at least two hours before the only morning break. As the school bell rings for the start of a wild run that ends in squeezing before a counter with hundreds of other screaming kids, in a competition to be the first one to buy a hot dog in the school’s canteen. Then, starving for two more hours until midday. In the classroom a woman who is the only teacher for almost all disciplines spent half of the morning complaining about men and the macho culture in Brazil, students will probably have to write an essay about that as part of the writing lesson. Girls are usually given better grades than boys, 99% of school teachers are women. The number one kind of bullying is laughing about young boys lack of muscles. Almost no adult male role model. At noon classes end, most students are in the school only in the morning, or only in the afternoon. Most middle class kids are taken home on small buses, inside which dozens of kids perform a collective shouting that resembles the sound of voices in panic on a shark attack.

In Brazil the fastest growing phenomenon in families is the “latchkey child”. Most young kids go home after morning school and spend the afternoon playing video games by themselves. Food? They nuke frozen things at will or boil noodles. Almost no parental attention, neither from mom nor from dad. The growing “female empowerment” and the aggressive competition for jobs drives parents out of homes for more than 16 hours a day and middle class kids have to find their ways by themselves.  In poorer communities, there is more “solidarity”, kids are simply all on the streets, together, watched by an older sibling who already holds a gun and works for drug dealers. No wonder the high levels of illiteracy and poor math skills are epidemic in the country among young students.

Shootings in Brazilian middle class schools, like the recent one in Suzano, share an element with North American ones, they are almost all latchkey kids who spend hours playing computer games that imitate wars and the practice of crimes like murder, robbery and others. There is one difference from kids in the USA: the guns used in the shootings in Brazil are bought from the same suppliers that sell guns to drug dealers and other criminals, it means, illegal guns.

Now Brazilian politicians are in a quarrel about who or what is the cause for the Suzano shooting, which all of them consider “alien” to the Brazilian peaceful culture. Some blame the presence of guns, others point at the the lack of morality and religion, but none of them remembers to focus on the absence of affection an attention from parents, the most common ground for many kids in Brazil and elsewhere.

Luciano Medina Martins | jornalista

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O ataque das crianças da chave

Rotina sempre parecida. Passar fome pelas primeiras duas horas de aula, se acotovelar entre os colegas, como numa guerra campal, para comprar um cachorro quente, escutar a professora reclamar dos homens e do machismo, ouvir as meninas fazerem piada da falta de músculos e roupas sem marcas. Pegar o tio da van, com alunos mais novos que gritam o caminho inteiro. Chegar em casa e fazer um cup of noodles. Depois vídeo game a tarde toda, batalhas sem fim. Sonhava em poder colocar as mãos num rifle de verdade. Começaria baleando aquela professora que só dá nota boa para as meninas, depois o tio da van e todos aqueles fedelhos gordos e sarcásticos que cuspiam e jogavam resto de bolacha salivada uns nos outros.

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Você deu bom dia para alguém hoje? (Foto de Emile Durkheim, pesquisador que criou os fundametos da sociologia e do funcionalismo estrutural).

Parece terrível essa história? O que temos em comum com os EUA é o fenômeno da criança da chave, the lachkey child. Crianças que crescem sem atenção, sem afeto, sem nenhum apego pela vida dela mesma ou dos outros. O fenômeno que mais cresce desde a segunda guerra mundial é justamente o abandono de crianças em lares de classe média e classe média alta. Pais cada vez mais distantes e indiferentes.

Os estudos sobre o suicídio são fundadores da sociologia. Emile Durkheim em O Suicídio (1897) identificava o fato básico, o ser humano é social, quando se isola da sociedade sua vida perde sentido e passa a ser um suicida. Em uma sociedade que não valoriza o afeto, o respeito mútuo, que foca excessivamente no consumismo e na aquisição de bens descartáveis é que leva a fenômenos como os de Columby ou de Suzano.

O acesso a armas, martelos, facas, fogos de artifício, anzóis, correntes de aço, carros, liquidificadores ou outros tipos de artefatos que podem ser usados para matar não é o que determina a intenção de serem cometidos assassinatos ou suicídios. Claro que uma fuzil é mais letal que uma foice ou um martelo. Mas a origem do ato violento não está neles e sim na falta de afeto, de conversa, de respeito mútuo, de tratar com igual atenção a todos, mesmo aqueles que não votaram no candidato de sua preferência, que não usam o tênis que você mais gosta, que não jogam o esporte que você curte, que não escutam a música que lhe faz dançar.

Bernardo

O julgamento do menino Bernardo nos revela o outro lado da moeda da chacina de Suzano. Se o menino Bernardo tivesse virado um adolescente, um adulto, que tipo de sentimento teria em relação a sociedade na qual ele cresceu?  Tentar culpar o acesso as armas, ou a falta de valores morais não foca no fato na gênese dessa violência, que é de origem afetiva: a ausência de afeto, de aceitação e a o foco na frustração de viver em grupos sociais pautados pelo bullying, pela indiferença, pelo sarcasmo pelo desrespeito.

Luciano Medina Martins | jornalista

(Header photo: progressive-charlestown.com)

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